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PF investiga atuação clandestina de cooperativas no setor de segurança privada no Amapá

A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (7), uma operação para combater a prestação irregular de serviços de segurança privada no Amapá. A ação, batizada de Operação Sed Lex, teve como foco a atuação de cooperativas que estariam oferecendo esse tipo de serviço sem autorização legal.

Segundo as investigações, pelo menos três cooperativas vinham atuando de forma clandestina em eventos, espaços públicos e até em escolas. Nenhuma delas possuía o alvará exigido por lei para exercer a atividade, o que caracteriza uma violação direta à legislação federal que regula o setor.


De acordo com a PF, a segurança privada só pode ser prestada por empresas legalmente autorizadas e registradas, conforme previsto na Lei nº 14.967/2024, que proíbe expressamente o envolvimento de cooperativas nesse tipo de atividade.


A Polícia também chama a atenção para os riscos associados à contratação de serviços irregulares: sem formação adequada ou fiscalização, os profissionais envolvidos podem colocar em risco a integridade de pessoas e o patrimônio público e privado.


Com a operação, a corporação busca não apenas coibir práticas ilegais, mas também reforçar a importância do cumprimento das normas que regem o setor, considerado um braço complementar da segurança pública.


O nome “Sed Lex” faz referência à expressão em latim que significa “A lei é dura, mas é a lei”, sinalizando o compromisso da PF com a aplicação rigorosa da legislação, independentemente de sua rigidez.


A população pode consultar gratuitamente a regularidade de empresas de segurança privada no portal oficial da PF: gov.br/pf/seguranca-privada

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