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Veto sobre estágio reacende debate sobre experiência profissional no mercado de trabalho

  • Foto do escritor: Paullynna Maria Ribeiro Figueiredo
    Paullynna Maria Ribeiro Figueiredo
  • há 23 horas
  • 1 min de leitura

Discussão sobre experiência profissional voltou a ganhar força após o veto ao projeto de lei que reconhecia estágio como experiência de trabalho em determinados processos seletivos e concursos público



Decisão foi publicado na última segunda-feira (11) no Diário oficial da União. A medida gerou repercussão entre estudantes, recém-formados e profissionais em início de carreira.


Estágio é reconhecido pela legislação brasileira como um ato educativo supervisionado, voltado à formação acadêmica e preparação para o mercado. Mesmo assim, muitas empresas e instituições ainda diferenciam a atividade da experiência profissional formal exigida em vagas de emprego.


Veto reacendeu críticas sobre a dificuldade enfrentada por jovens que buscam o primeiro emprego. Grande parte dos estudantes passa anos atuando em estágios obrigatórios e não obrigatórios, desenvolvendo funções técnicas, administrativas e operacionais semelhantes às exercidas por profissionais contratados.


Empresas que desconsideram períodos de estágio costumam justificar a prática pela ausência de vínculo empregatício formal. A Lei do Estágio estabelece que a atividade possui caráter educacional e não cria relação trabalhista entre estudante e contratante.


Debate também alcança universidades e centros acadêmicos, que defendem maior valorização das experiências adquiridas durante a graduação. Para estudantes, a exclusão do estágio como experiência profissional amplia a dificuldade de inserção no mercado, especialmente em vagas que exigem prática prévia mesmo para cargos de entrada.

 
 
 

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