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COMO SER UM DOADOR DE ÓRGÃOS NO BRASIL: ENTENDA OS PASSOS E A IMPORTÂNCIA DA AUTORIZAÇÃO FAMILIAR


No Brasil, o processo de doação de órgãos é regulado pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT), vinculado ao Ministério da Saúde. Para ser doador, não é necessário registro em cartório nem documento oficial — basta manifestar a vontade à família, pois a doação só ocorre com o consentimento familiar após o diagnóstico de morte encefálica, confirmado por critérios clínicos e exames específicos.


Durante o processo, uma equipe multiprofissional entrevista os familiares, explica o procedimento e realiza uma avaliação clínica do potencial doador, considerando histórico de doenças e hábitos de vida. Condições como neoplasias malignas e certas infecções podem contraindicar a doação.


Os órgãos e tecidos viáveis são alocados conforme listas de espera estaduais ou regionais, geridas e monitoradas pelo SNT, seguindo critérios técnicos e de compatibilidade. O sistema público de transplantes brasileiro garante gratuidade, segurança, transparência e qualidade em todas as etapas.


Uma única doação pode beneficiar até oito pessoas, reforçando a importância social e ética do ato. A campanha nacional incentiva o diálogo familiar com o lema:

“Você diz sim, o Brasil inteiro agradece.”


Mais informações: gov.br/saude

 
 
 

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