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Amapá decreta emergência em saúde pública após aumento de casos de gripe, informa governo estadual

  • Foto do escritor: fernandojornalista5
    fernandojornalista5
  • há 5 horas
  • 2 min de leitura


O governo do Amapá decretou situação de emergência em saúde pública nesta quarta-feira (3), em Macapá, devido ao aumento de síndromes respiratórias agudas graves no estado. A decisão foi tomada diante da alta nos atendimentos por gripe e outras infecções respiratórias, com maior concentração na região metropolitana de Macapá e Santana.


A medida prevê o reforço das campanhas de vacinação contra a gripe e a ampliação da busca ativa de pessoas com sintomas em bairros e comunidades, sob coordenação da Superintendência de Vigilância em Saúde do Amapá (SVS/AP). O objetivo é conter a disseminação dos vírus e evitar a sobrecarga da rede hospitalar.


O governador Clécio Luís afirmou que o estado enfrenta um surto de doenças respiratórias em diferentes municípios, especialmente na região metropolitana, o que motivou a adoção da medida.


Dados do Boletim InfoGripe, divulgado nesta quarta-feira (3), indicam crescimento dos registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o país, com o Amapá entre as unidades federativas com tendência de alta nas últimas semanas. O avanço está associado principalmente à circulação da influenza A e do vírus sincicial respiratório (VSR).


Em Macapá, o cenário é de alerta, com tendência de crescimento tanto no curto quanto no longo prazo. Os registros mostram maior impacto em crianças menores de dois anos, no caso da influenza A, e em idosos acima de 65 anos, grupo com maior risco de mortalidade.


Mesmo com o decreto de emergência, o governo ainda não divulgou o total de casos confirmados. Segundo a Secretaria de Saúde, os dados seguem em análise pela SVS/AP.


Em Oiapoque, havia sido registrado aumento de atendimentos por síndrome gripal. Entre 10 e 18 de maio de 2026, o Hospital Estadual contabilizou 166 atendimentos, alta de 43% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 116.


De acordo com a Secretaria de Saúde, o crescimento segue o padrão sazonal das doenças respiratórias e atinge principalmente crianças e idosos, considerados grupos mais vulneráveis.

 
 
 

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